Direção

Marília Carneiro

Marília Carneiro e Henrique Iwao. Jam session na Casa do Lago. Foto de Liliane Bordignon.

 

Bacharel em Dança pela Escola Angel Vianna, em Botafogo, no Rio de Janeiro. Desenvolveu uma série de trabalhos de composição cênica como fruto da passagem por esta escola: Múltiplos, Doní-Maê, Complexo de Bram Van Velde, Receita Caseira para liquidificar o amor, Site Specific Project, A ti escrevo, e Gabbeh- conto para mulheres sábias.

Participou do projeto Ateliê Coreográfico, com direção de Regina Miranda. Destaca a criação coletiva da intervenção urbana “Onde?”, nas imediações do Centro Coreográfico, na Tijuca, Rio de Janeiro.

Formou-se também na Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, na USP. Morou entre os índios do Xingu, trabalhando na equipe da Escola Paulista de Medicina. Desenvolveu pesquisa de mestrado em São Gabriel da Cachoeira, no noroeste da Amazônia brasileira, entre os índios Baniwa.

Estuda Contato Improvisação e processos de criação desde há 15 anos. Esteve em Residências Artísticas em Paris/França em 2008, 2009 e 2010, com apoio do Ministério da Cultura do Brasil, trabalhando com a Cie À Fleur de Peau e a Cie Fábrica Teatro.

Atuou na Rede de Educação Popular e Saúde e na Articulação Nacional de Movimentos e Práticas de Educação Popular e Saúde no Rio de Janeiro/AnepsRJ, tendo participado do processo que culminou na conquista da primeira política nacional de Educação Popular e Saúde.

É professora certificada no método de improvisação DanceAbility, de Alito Alessi. Estudou com Nancy Stark Smith nos Estados Unidos da América e desde 2011 desenvolve seu próprio material pedagógico para o ensino do Contact Improvisation. Dirigiu durante 1 ano e meio estudos práticos conceituais sobre a obra Material for the spine, a mouvement study, do criador do Contato Improvisação, o bailarino , coreógrafo e estudioso do movimento, Steve Paxton.

Está na cidade de Campinas por causa do Doutorado em Educação, Conhecimento, Linguagem e Arte, recém concluído. Em sua tese, desenvolve metodologia de pesquisa em dança. Como parte dos estudos, esteve em estágio de pesquisa em Montreal, no Canadá, com a professora Sylvie Fortin e fez trabalho de campo em Maputo, capital de Moçambique, no meio profissional da dança contemporânea, por intermédio da Escola de Comunicações e Artes da Universidade Eduardo Mondlane.

Dirige o Práticas de Movimento que ora se apresenta.

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